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    Escrito por paivajornalista às 05h22 PM
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    AS RAÍZES DE TUDO.

     

    “Não crie problemas. Quem se deixa levar pelo nervosismo, destrói o equilíbrio, a paz, a razão, com problemas e faz da vida um tormento. O nervosismo dificulta e esconde a solução dos problemas, ao passo que a calma favorece o raciocínio e apressa a solução.” (Lourival Lopes).

     

    Com certeza as raízes de tudo estão em nossas vidas. Elas se manifestam em nossas boas ou más ações, próprias ou impróprias, inteligentes ou desumanas. O primeiro passo, a diretriz, o azimute para resolver qualquer problema é compreendê-los estudando as suas causas. O mundo Ocidental passa por transformações profundas, desde a econômica, crises de moral e políticas. Esta crise envolve indivíduos de diversos matizes, bem como nações que lidam com enormes confusões e desnorteamentos.

     

    O histórico dessas nações é importante para se planejar mudanças básicas ou estratégicas, no intuito de transformações do que acontece nos dias atuais e que denotam na população uma sensação de vazio e pura ansiedade. A nossa sociedade vem perdendo de maneira brutal o seu foco e seus valores na sociedades são ínfimos. Nossas qualidades como seres humanos são distorcidas por políticos desonestos, ditadores que não desejam a felicidade da sociedade e deixam de investir no básico de qualquer governo. Nós apelidamos esse básico em Trindade Social, isto é, educação, saúde e segurança. Dizem os especialistas em política que nosso estado atual é de transição, porém o povo vive em tremenda agonia.

     

    Os direitos são tolhidos, não respeitam leis, nem a Constituição Federal (Carta Magna), procuram as diretrizes do mal para locupletação. Compram votos, aliciam eleitores, estão de olho nas melhores funções políticos, nas pastas importantes do governo, além de se embrenharem sem freios na corrupção, na lavagem de dinheiro e no enriquecimento ilícito. Com essas atitudes deletérias todos perdem em qualidade e valores. A crença que vem crescendo em termos desproporcionais é o valor da competição individual. Uma convicção notória é de que quanto mais evoluído fosse o trabalho maior seriam os interesses econômicos, e o enriquecimento contribuía para o progresso material das comunidades.

     

    Hoje o “teatro de operações” é outro, pois quem governa determinado estado não o faz com lisura, pois a ética morre no nascedouro e eles querem e almejam ser os doninhos do estado. Laissez- faire conforme nos informa o site Wikipédia é hoje expressão-símbolo do liberalismo econômico, na versão mais pura do capitalismo de que o mercado deve funcionar livremente, sem interferência. Esta filosofia tornou-se dominante nos estados Unidos da América do Norte e nos países ricos da Europa durante o final do século XIX até o início do século XX.

     

    Essa teoria econômica foi eficaz durante vários séculos. Ocorria exatamente nos primeiros instantes da industrialização e do capitalismo moderno, o povo deveria lutar bastante para enriquecer com ampliação dos seus negócios.  É a parte da expressão em língua francesa “Laissez faire, laissez aller, laissez passer”, que significa literalmente “deixai fazer, deixar ir, deixai passar”. A sua origem é incertamente atribuída ao comerciante Legendre, que teria pronunciado numa reunião com Colbert, no final do século XVII(Que faut-il faire pour vous aider? Perguntou Colbert. Nous Laisser faire, teria respondido Legendre). Mas não resta dúvida que o primeiro autor a usar a frase laissez-faire, numa associação clara com sua doutrina, foi o Marquês de Argenson, por volta de 1751.

     

    Nos dias atuais, tempo de negócios gigantescos e monopólios capitalistas, como é que alguém pode ter sucesso como competidor individual?  Restam poucos grupos que, como os médicos, psicoterapeutas e alguns agrônomos, ainda se dão ao luxo de ser seus próprios patrões, e mesmo estes estão sujeitos à flutuação dos preços e do mercado, como todos os demais nos explica Rollo May. Os progressos científicos em nosso século pode ter nos tornado mais independentes como nação e também em relação a outros países, no entanto, ainda existe muito individualismo e a ciranda é cada qual por si e o diabo que leve o último.

     

    As mudanças de governo, as mudanças políticas, o glamour em estar no topo tem feito com que grandes países amarguem uma crise econômica sem precedentes. Essa crise do dinheiro pode tem levado a banca rota muitos ao desemprego, a economia forçada para não conviver com a fome no futuro. As ações do mercado se não forem bem geridas com certeza perderão o seu valor e o resgate antecipado trará tremendos prejuízos para qualquer nação. Dinheiro mal empregado, economia mal administrada, política de gastos exorbitantes tem levado os países emergentes e grandes países europeus a enfrentarem uma grande crise, que nem o FMI (Fundo Monetário Internacional) minimizará a situação.

     

    A liberdade é a capacidade de o homem contribuir para a sua própria evolução. É a aptidão para nos amoldarmos, é o outro aspecto da autoconsciência. Se não tivermos consciência de nós mesmos seremos impelidos pelo instinto, ou pela marcha automática da história, como se abelhas ou os mastodontes. Diante da dissertação acima temos que meditar em nossas ações, pois nem sempre a liberdade escancarada pode ser a solução para os nossos problemas.

     

    Os ideais devem ser planejados tendo como viés a população, seja ela mais abastarda ou menos aquinhoada. Infelizmente o que vemos no Brasil atual é uma inversão de valores, uma política econômica onde as grandes empresas só querem lucrar e o governo sugar o povo com uma quantidade enorme de impostos que lesam o que o trabalhador ganha no final do mês. O mastodonte é um proboscídeo fóssil, que surgiu no Oligoceno e se extinguiu no Pleistoceno tardio. Poder ter conotação de uma pessoa muito corpulenta. Oligoceno é um termo usado em Geologia para definir um terreno terciário que constitui uma secção entre o eoceno e o mioceno. É um adjetivo que provém do grego: “oligos + Kainos”.

     

    Na geologia Pleistoceno é o período geológico da era cenozoica no qual surgiram os primeiros seres humanos e as geleiras polares se expandiram, cobrindo mais de um terço da Terra. A política desigual, o interesse político, a não aplicação no social tem levado o nosso país a um caos social. Esse caos aumenta tanto a inflação, como as dívidas internas e externas. Se os governante não partirem para uma educação de qualidade, uma segurança bem estruturada e sem contratempo e, uma saúde onde todos se sintam bem, o fim da história pode ser trágico. Responsabilidade, vontade política está em falta em nosso país. A vingança tem sido o prato principal do governo atual e se continuarem com a mesma fome vão morrer empanzinados. Pense nisso!

    ANTONIO PAIVA RODRIGUES- MEMBRO DA ACI- DA ACE- DA UBT- DA AVSPE- DO PORTAL CEN- DA AOUVIRCE E DA ALOMERCE

     

     

     



    Escrito por paivajornalista às 04h24 PM
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    Escrito por paivajornalista às 04h07 PM
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    FESTA JUNINA

     

    São João disse que eu iria ser feliz... São Pedro de imediato confirmou. Santo Antonio, uma vez me deixou infeliz... Pois, a sua predição não se confirmou. Olha para o céu meu amor e, ela olhou... De repente o tempo mudou, a felicidade surgiu, Agarrei-me com os três santos e ela chorou... De alegria e contentamento o sorriso refletiu. A noite bela, mágica e encantadora... Resplandecendo no céu as estrelas sorriam. O nosso coração palpitava sem masmorra... Em nosso olhar lágrimas quentes se derretiam. A fogueira flamejava na intensa escuridão... Fogos, balões e rojões coloriam o ambiente... O olhar da minha amada cintilava de muitão.

     

    Anunciando que nosso amor seria para sempre. A escuridão refletia belas e luzentes aquarelas... O tempo passa de repente e nos deixa muita saudade, a nossa mente imanta o que encanta em marcas singelas, o seu olhar tão inflamado vislumbrava a fogueira com vaidade. A felicidade espelhava intensas e belas labaredas... Como um clarão que reluzia no céu de luz interminável, estava feliz, contente, pois meu pedido caminhou por veredas... E o pecado do santo foi perdoado com amor incontestável.

     

    É festa na roça, na cidade e no sertão muitos pedidos no entorno da fogueira. Muitos pedidos aos três santos de plantão... Agradecimentos sinceros se ouviam... Muita comida típica, danças, quadrilhas e festejos a noite inteira, deixavam o céu em fumaça. Muitas donzelas fazendo promessas, a sanfona luzia em sons frenéticos... As simpatias anunciavam o ardor, a paixão e o desejo por um casamento, não eram de graça. Pois, os santos depois iriam cobrar em dobro os milagres, promessas cumpridas nas festanças com nexos ou sem nexos, sem prazeres desconexos.

     

    ANTONIO PAIVA RODRIGUES- FORTALEZA/CEARÁ/BRASIL

     



    Escrito por paivajornalista às 04h03 PM
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